quarta-feira, 24 de março de 2010

Sling: tá na moda.

Tenho um sling que ganhei de minha amiga-comadre-doula Rebeca que tem sido o acessório que mais uso. Com dois filhos além do bebê, a rotina casa-escola-faculdade, ônibus e tudo mais, ficava difícil levar a menina no braço (ainda mais por ela ter nascido com pouco mais de 4 quilos; haja braço). Essa minha amiga é, entre outras coisas, uma praticante de longa data do babywearing, e acabou me introduzindo nesse mundo pouco antes do nascimento de Olívia. Quando ela nasceu, nada mais natural que eu acabasse praticando o mesmo, que foi uma das melhores coisas que aprendi nesses praticamente 7 anos de maternidade. Carrego a Olívia no sling praticamente desde que nasceu e Guto sempre achou legal, mas não tinha muita iniciativa pra experimentar, até que viu uma foto que tirei dela no sling. Com ciúmes da carinha que só eu podia ver, começou a usar também e hoje é alvo do olhar de várias moças onde quer que vá (com ela, claro): Shopping, supermercado, pracinha, e por aí vai. E os benefícios vão além, muito além de "uma maneira prática e confortável de carregar o bebê"; Olívia não só é uma bebê tranquila e segura, como também tem um ótimo acessório para as horas da função "mamãe" indisponível. Nos momentos de stress, na falta de chupeta, peito ou colinho de mamãe, tem o sling com o cheirinho da dita cuja. Santo remédio (comprovado tanto pelas professoras da escola quanto pelo pai em pânico).
Abaixo a foto que despertou o ciúme do pai:


PS.: Bebês muito novinhos correm risco de asfixia nessa posição. Sling é legal mas tem que ser usado direito. Mais informações aqui.

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