quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Reta final e o que me espera pela frente...

Marquei o meu exame de direção. Dia 16/02, às 8 da manhã. Não sei nas outras cidades, mas aqui em BH existem três locais de exame (um bom e perto, um ruim e longe e um péssimo e lá casa do chapéu), e a hora e o local são escolhidos meio por sorteio, parece. Para cair no lugar que eu queria (lugar bom, sem movimento, rua boa pra fazer balizas e perto de casa) o exame deveria cair na segunda, quarta ou sexta feira. Segunda é início de semana, sexta é final. Queria que caísse na quarta feira, estava torcendo pra isso, e graças a Deus, caiu bem na quarta feira.
Depois de ficamos sabendo o local do exame, fui fazer duas aulas de direção na área de exame, com instrutor me mostrando os macetes do lugar, treinamento mesmo. Depois de um tempo fomos treinar as balizas, e percebi que faço muito melhor e mais rápido sem o instrutor buzinando no meu ouvido o tempo todo.
No final das duas aulas, fui passar por um lugar bem complicado no meu bairro, uma subida que chega num cruzamento bem movimentado; a rua é estreita, de mão dupla e ainda tinha um caminhão parado bem no meio da subida com pisca alerta ligado. Eu tinha que mudar de faixa pra passar pelo caminhão, mas os carros não paravam de descer enquanto a fila crescia atrás de mim. Até que, mesmo com carros descendo o tempo todo e não dando espaço pra eu sair de trás do caminhão, algum carro na fila de 4 ou 5 carros atrás de mim começou a buzinar. Aí eu fiquei doida pra sair de lá, assim que deu uma brecha consegui sair, mas meu instrutor queria que eu virasse à esquerda, e não à direita (onde seria bem mais fácil de entrar, já que a rua onde eu entraria também era de mão dupla. Passado o sufoco de conseguir uma brecha pra sair de trás do caminhão, agora era o sufoco de conseguir virar à esquerda. Visualizem: Eu, parada numa placa de PARE no meu focinho, na saída de uma subida íngreme, com carros passando pra lá e pra cá o tempo todo e a galera buzinando atrás de mim. Assim que deu uma folga, arranquei no desespero e saí cantando pneu rua afora, tensa, acelerando como uma doida pra sair dali o mais rápido possível. Passei uma segunda meio "violenta", soltei a embreagem meio "violenta" também e o carro saiu desembestado pela rua. Pânico.
Acho que junto com a auto escola esse povo tinha que fazer terapia. Pra ter mais paciência com quem está aprendendo e pra não se abalar com quem não te repeita no transito. Eu,hein.

2 comentários:

  1. Vamos de novo, que tudo o que escrevi se perdeu num erro aqui, ai que merda, kkkkkkkkkkkkkkkkk...

    hehehhe, pior que o instrutor falando o que vc tem que fazer, é seu marido falando o jeito certo de fazer, isso é uÓ, me irrito mto qdo ele começa a palpitar, já fala logo, quer fazer do seu jeito, vai dirigindo, pq dá nos nervos...
    Agora, desencana desse povo buzinando, vc vai ter mto isso ainda, e ficar nervosa, não ajuda em nada, vai por mim... Eu chegava a feder de nervo, suava horrores, mão suada e não dá nada... Não resolve nada... O negócio é mandar o fdp passar por cima já que está com mta pressa...
    Toda a sorte do mundo pra vc no examme, vou ficar na torcida...
    Bjks
    :)

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  2. Eu acho a maior falta de respeito do mundo gente que buzina pra carro de auto escola. Na rua, no trânsito, eu buzino mesmo, tem gente que parece estar dormindo - já virei paulistana, hahaha. Mas pra quem tá aprendendo, tenso, no sufoco, é o fim da picada. Sabe o que você faz? Abre a janela, bota o braço pra fora, levanta o dedo do meio. Ha!

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